Excelência médica com olhar humano

Cada paciente é único, exigindo uma abordagem individualizada para diagnóstico e tratamento, garantindo, assim, o melhor resultado em sua jornada de saúde.

Área de atuação

Dor, Transtornos de Movimentos e Epilepsia

Dor na Coluna

As dores na coluna podem comprometer movimentos, rotina e qualidade de vida. O tratamento adequado ajuda a recuperar conforto, mobilidade e bem-estar.

Epilepsia

A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises recorrentes, que exige acompanhamento especializado e tratamento individualizado.

Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta memória, comportamento e autonomia, exigindo cuidado contínuo e acompanhamento especializado.

Distonia

A distonia provoca contrações musculares involuntárias que podem impactar movimentos, postura e qualidade de vida de forma significativa.

Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença que afeta o sistema nervoso central e pode causar alterações motoras, sensitivas e cognitivas.

Espasticidade

A espasticidade causa rigidez e contrações musculares involuntárias, podendo limitar movimentos e comprometer atividades do dia a dia.

Dor crônica

A dor crônica pode persistir por longos períodos e impactar diretamente a saúde física, emocional e a qualidade de vida do paciente.

Doença de Parkinson

O Parkinson é uma doença neurológica progressiva que afeta movimentos, equilíbrio e coordenação motora.

Estimulação do nervo vago (ENV)

A estimulação do nervo vago é uma alternativa terapêutica utilizada em casos específicos para auxiliar no controle de determinadas condições neurológicas.

Estimulação Cerebral (Deep Brain Stimulation)

A estimulação cerebral profunda é um tratamento avançado utilizado para auxiliar no controle de distúrbios neurológicos e movimentos involuntários.

Dores na Terceira Idade

As dores na terceira idade merecem atenção especializada para preservar mobilidade, independência e qualidade de vida.

Dor no Paciente Oncológico

O controle da dor no paciente oncológico é fundamental para promover mais conforto, dignidade e qualidade de vida durante o tratamento.

Quem é

Dr. Pedro Pierro

Pedro Pierro é Neurocirurgião com atuação em dor, transtornos de movimentos e epilepsia.

Membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – SBN, da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor – SBED, Diretor Científico do Sechat – Portal sobre Cannabis para fins Medicinais e Curador do Congresso Brasileiro da Cannabis Medicinal do Sechat; Membro da Associação Médica Brasileira de Endocanabinologia – AMBCANN, e da Associação Pan-americana de Medicina Canabinoide – APMC. Estudioso sobre as terapias de cannabis pra fins medicinais desde 2012. Pesquisador, educador e palestrante internacional.

Tratamento

Cannabis para fins Medicinais

Para entendermos a cannabis para fins medicinais, é importante conhecer o Sistema Endocanabinoide, um sistema presente no organismo que participa da regulação de funções como sono, humor, memória, apetite, resposta imune e percepção da dor.

Esse sistema é composto por receptores, enzimas e substâncias produzidas pelo próprio corpo, chamados endocanabinoides. Sua atuação é um dos fatores que permitem o uso terapêutico de medicamentos à base de cannabis em diferentes condições de saúde.

Os receptores mais conhecidos são o CB1 e o CB2, ativados tanto pelos endocanabinoides naturais do organismo quanto pelos fitocanabinoides presentes na Cannabis Sativa, como o THC.

Tipos de Canabinóides:

Produzidos por síntese química

São canabinoides produzidos por sínteses química, entre eles:

Dronabinol: extrato sintético de Cannabis que pode melhorar a estabilidade respiratória e fornecer benefícios para o tratamento de Apneia Obstrutiva.

Cesamet: canabinoide sintético com uso terapêutico, atuando como antiemético e como analgésico auxiliar para dor neuropática.

Rimonabanto: antagonista seletivo de receptores canabinoides do tipo 1 e envolvido no regulamento central e periférico da ingestão de alimentos e no sistema de recompensa.

Produzidos pelo nosso próprio organismo

Os endocanabinoides são substâncias químicas endógenas (produzidas pelo próprio corpo) que interagem com os receptores de canabinoides no sistema endocanabinoide.

Os dois endocanabinoides mais estudados até o momento são:

Anandamida: um endocanabinoide que se liga, principalmente, aos receptores CB1 e CB2. Ela desempenha um papel importante na regulação do humor, apetite, memória, sensação de sono e outras funções. A produção da anandamida dá uma sensação de bem-estar, que se assemelha ao ato da amamentação.

2-AG (2-araquidonilglicerol): é outra chave endocanabinoide que atua como um agonista dos receptores de canabinoides, especialmente, dos receptores CB2. Ele está envolvido na regulação do sistema imunológico, resposta ao estresse e outras funções fisiológicas.

Esses endocanabinoides são sintetizados sob demanda em resposta a certos estímulos no organismo e são rapidamente degradados por enzimas específicas para manter a homeostase – equilíbrio do corpo. Eles também atuam na regulação de diversas funções do organismo.

Encontrados na natureza e produzidos pelas plantas

Os fitocanabinoides são encontrados na natureza e produzidos pelas plantas, nesse caso, especialmente pela Cannabis Sativa:

Canabigerol – CBG: um dos canabinoides mais importantes na planta de Cannabis, é o precursor de outros canabinoides e abundante na Cannabis Sativa.

 

O cannabigerol é encontrado em grande quantidade e, conforme a planta cresce, ele se transforma em outros canabinoides como, por exemplo, em THC. 

Por isso, muitas vezes, é chamado de “o pai de todos os canabinoides”. Mesmo ainda sendo um composto muito pesquisado, é um grande promissor para tratamento de doenças como: Demência, TEPT (Transtorno do Estresse Pós-Traumático), TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), Parkinson, Diabetes, Colite e Dor.

 

Tetrahidrocanabinol – THC: principal composto psicoativo da Cannabis, atua em áreas cerebrais ligadas a funções cognitivas e é eficaz contra náuseas, especialmente em tratamentos como a quimioterapia. Esses receptores canabinoides estão concentrados em certas áreas do cérebro associadas ao pensamento, memória, prazer, coordenação e percepção do tempo. O THC se liga a esses receptores e os ativa. 

Ele também estimula as células do cérebro ao liberar dopamina, ao criar euforia e ao interferir no modo como as informações são processadas no hipocampo, parte do cérebro responsável pela formação de novas memórias. O THC pode ser utilizado também para aliviar sintomas, como: Dor, Espasticidade Muscular e no tratamento de Glaucoma, Insônia, Autismo, Epilepsia, Asma e Doenças Autoimunes.

Ainda na família do THC, temos o Delta-9-THC e o Delta-8-THC; o Delta-8 é um análogo menos psicoativo do THC, utilizado como estimulante de apetite, analgésico e com função neuroprotetora. Estudos indicam que o Delta 8 apresenta eficácia para pacientes oncológicos em tratamento, diminuindo as náuseas e vômitos.

E, por último, porém não menos importante, a família do THC, apresenta também o Tetrahidrocanabivarina – (THC-V), com propriedades semelhantes ao THC, porém com duas diferenças principais: não deixa o consumidor com a sensação de euforia, normalmente causada pelo consumo de plantas do tipo sativa e inibe o apetite. Além disso, tem atuação analgésica, anti-inflamatória e atua no controle da obesidade do paciente com diabetes tipo 2. 

 

Canabidiol – CBD: é um dos canabinoides mais conhecidos e pertence à mesma família de compostos do THC. Ao interagir com o Sistema Endocanabinoide beneficia a saúde e a qualidade de vida, ajudando a aliviar sintomas de doenças neurológicas como o TEPT (Transtorno Estresse Pós-Traumático), Esclerose Múltipla (EM), Esquizofrenia, Parkinson, Epilepsia, Ansiedade, bem como na recuperação de fadigas musculares e dores crônicas devido aos efeitos anti-inflamatórios.

 

Canabicromeno – CBC: difere da maioria dos canabinoides porque tem baixa afinidade com os receptores canabinoides. O CBC se liga aos receptores TRPV (Receptor de Potencial Transitório Vaniloide) envolvidos na detecção de mudanças de temperatura e outras sensações em nível celular. 

 

Estudos indicam que usando uma variedade de doses, os canabinoides exercem ações semelhantes às dos antidepressivos. 

 

É conhecido por ajudar na condução dos outros canabinoides para os receptores, criando o efeito entourage (relação sinérgica entre todos os compostos químicos presentes na Cannabis).

 

Canabinol – CBN: é formado por meio da oxidação ou envelhecimento do THC. Potencial no tratamento contra insônia, também apresenta propriedades anti-inflamatórias e anticonvulsivantes.

 

Quer saber mais sobre o uso da cannabis para fins medicinais?

Quem é

Coautor dos livros

Cannabis Medicinal

Guia de Prescrição do Instituto Anandamida

Tratado de Neurologia Clínica e Cirúrgica

Publicação da Academia Brasileira de Neurocirurgia

Tratado de Dor

Publicação da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor

Hospitais Credenciados

O Dr. Pedro tem credenciamento nos hospitais relacionados, adicionalmente,
informamos que o credenciamento médico hospitalar é atualizado conforme demandou caso o paciente já tenha um hospital de preferência, sendo assim, um novo credenciamento poderá ser realizado (nesse caso, é necessário um período 60 dias antes de qualquer procedimento

  • Hospital AC Camargo;
  • Hospital da Luz;
  • Hospital Paulistano;
  • Hospital Rede D ́Or Vila Nova Conceição;
  • Hospital Rede D ́Or Itaim;
  • Hospital Brasil Rede D ́Or São Luiz (Mauá, Santo André e São Caetano)

Tem alguma dúvida sobre nosso atendimento?

MOP | Manual de orientação ao paciente

Por meio de dicas práticas e informações úteis, visamos facilitar o seu acesso e compreensão dos procedimentos necessários para atender às suas necessidades eficientemente. 

E-BOOK GRÁTIS

3º Guia Sechat da Cannabis

Hospitais Credenciados

  • Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo;
  • Hospital Israelita Albert Einstein;
  • Hospital Sírio Libanês;
  • Hospital Samaritano Paulista;
  • Hospital Alemão Oswaldo Cruz;
  • Hospital. Infantil Sabará;
  • Hospital 9 de Julho;
  • Hospital São Luiz;
  • Hospital LeForte;
  • Hospital Santa Catarina Paulista;
  • Hospital AC Camargo;
  • Hospital da Luz;
  • Hospital Paulistano;
  • Hospital Rede D ́Or Vila Nova Conceição;
  • Hospital Rede D ́Or Itaim;
  • Hospital Brasil Rede D ́Or São Luiz (Mauá, Santo André e São Caetano);
  • Hospital Christóvão da Gama – Leforte.

MOP

Manual de orientação ao paciente

Fitocanabinoides

Encontrados na natureza e produzidos pelas plantas

Os fitocanabinoides são encontrados na natureza e produzidos pelas plantas, nesse caso, especialmente pela Cannabis Sativa:

Canabigerol – CBG: um dos canabinoides mais importantes na planta de Cannabis, é o precursor de outros canabinoides e abundante na Cannabis Sativa.

 

O cannabigerol é encontrado em grande quantidade e, conforme a planta cresce, ele se transforma em outros canabinoides como, por exemplo, em THC. 

Por isso, muitas vezes, é chamado de “o pai de todos os canabinoides”. Mesmo ainda sendo um composto muito pesquisado, é um grande promissor para tratamento de doenças como: Demência, TEPT (Transtorno do Estresse Pós-Traumático), TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), Parkinson, Diabetes, Colite e Dor.

Tetrahidrocanabinol – THC: principal composto psicoativo da Cannabis, atua em áreas cerebrais ligadas a funções cognitivas e é eficaz contra náuseas, especialmente em tratamentos como a quimioterapia. Esses receptores canabinoides estão concentrados em certas áreas do cérebro associadas ao pensamento, memória, prazer, coordenação e percepção do tempo. O THC se liga a esses receptores e os ativa. 

Ele também estimula as células do cérebro ao liberar dopamina, ao criar euforia e ao interferir no modo como as informações são processadas no hipocampo, parte do cérebro responsável pela formação de novas memórias. O THC pode ser utilizado também para aliviar sintomas, como: Dor, Espasticidade Muscular e no tratamento de Glaucoma, Insônia, Autismo, Epilepsia, Asma e Doenças Autoimunes.

Ainda na família do THC, temos o Delta-9-THC e o Delta-8-THC; o Delta-8 é um análogo menos psicoativo do THC, utilizado como estimulante de apetite, analgésico e com função neuroprotetora. Estudos indicam que o Delta 8 apresenta eficácia para pacientes oncológicos em tratamento, diminuindo as náuseas e vômitos.

E, por último, porém não menos importante, a família do THC, apresenta também o Tetrahidrocanabivarina – (THC-V), com propriedades semelhantes ao THC, porém com duas diferenças principais: não deixa o consumidor com a sensação de euforia, normalmente causada pelo consumo de plantas do tipo sativa e inibe o apetite. Além disso, tem atuação analgésica, anti-inflamatória e atua no controle da obesidade do paciente com diabetes tipo 2. 

Canabidiol – CBD: é um dos canabinoides mais conhecidos e pertence à mesma família de compostos do THC. Ao interagir com o Sistema Endocanabinoide beneficia a saúde e a qualidade de vida, ajudando a aliviar sintomas de doenças neurológicas como o TEPT (Transtorno Estresse Pós-Traumático), Esclerose Múltipla (EM), Esquizofrenia, Parkinson, Epilepsia, Ansiedade, bem como na recuperação de fadigas musculares e dores crônicas devido aos efeitos anti-inflamatórios.

Canabicromeno – CBC: difere da maioria dos canabinoides porque tem baixa afinidade com os receptores canabinoides. O CBC se liga aos receptores TRPV (Receptor de Potencial Transitório Vaniloide) envolvidos na detecção de mudanças de temperatura e outras sensações em nível celular. 

Estudos indicam que usando uma variedade de doses, os canabinoides exercem ações semelhantes às dos antidepressivos. 

É conhecido por ajudar na condução dos outros canabinoides para os receptores, criando o efeito entourage (relação sinérgica entre todos os compostos químicos presentes na Cannabis).

Canabinol – CBN: é formado por meio da oxidação ou envelhecimento do THC. Potencial no tratamento contra insônia, também apresenta propriedades anti-inflamatórias e anticonvulsivantes.